Metodologia

A construAi??A?o do processo metodolA?gico para elaboraAi??A?o dos Planos Municipais da Mata AtlA?ntica (PMMAs) do noroeste do estado do Rio de Janeiro utilizou como ponto de partida a experiA?ncia da AssociaAi??A?o Estadual de MunicAi??pios (Aemerj) na regiA?o, principalmente no apoio tAi??cnico e institucional Ai?? gestA?o ambiental. A equipe tAi??cnica do projeto analisou o conhecimento acumulado na esfera pA?blica dos municAi??pios e pA?s as secretarias municipais de Meio Ambiente no centro da articulaAi??A?o dos planos. O protagonismo da gestA?o ambiental na esfera local e a necessidade de ampliar os espaAi??os de participaAi??A?o e construAi??A?o coletiva de conhecimentos sobre o territA?rio municipal, especificamente sobre a Mata AtlA?ntica, foram aspectos enfatizados no processo metodolA?gico.

Um dos principais diferenciais dos PMMAs do noroeste fluminense Ai?? o fato de terem sido elaborados regionalmente, considerando a realidade comum dos 14 municAi??pios que compartilham caracterAi??sticas geogrA?ficas, econA?micas e histA?ricas comuns. Essa abordagem permitiu a construAi??A?o das polAi??ticas de conservaAi??A?o e recuperaAi??A?o em duas escalas: a municipal e a regional. A presenAi??a do Conselho de SecretA?rios Municipais de Meio Ambiente do Noroeste (Cosemma) e da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) Ai?? estratAi??gica e essencial para alcanAi??ar a escala regional.

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Over the counter nasonex equivalent Natividade foi primeiro municAi??pio a entregar PMMA

A perspectiva regional amplia as possibilidades dos Corredores EcolA?gicos e Florestais como estratAi??gia de conservaAi??A?o e recuperaAi??A?o das matas, criando interligaAi??Ai??es entre fragmentos isolados do bioma, ampliando as possibilidades de conservaAi??A?o da biodiversidade e de adoAi??A?o de praticas sustentA?veis. AlAi??m disso, economiza custos e esforAi??os institucionais.

A articulaAi??A?o entre as diferentes instituiAi??Ai??es e segmentos sociais presentes na regiA?o foi outro desafio dos PMMA. As secretarias municipais de Meio Ambiente foram escolhidas como canal de diA?logo e articulaAi??A?o privilegiada com os atores locais.

AlAi??m dos governos estadual e municipais, a esfera federal tambAi??m foi envolvida, por contatos estabelecidos com o MinistAi??rio do Meio Ambiente (atravAi??s do Programa Mata AtlA?ntica II) e com municAi??pios em outros estados que tambAi??m tiveram experiA?ncias de Planos Municipais da Mata AtlA?ntica. Universidades com atuaAi??A?o local foram envolvidas no diA?logo, tendo como destaque a Universidade Federal Fluminense e a Universidade Redentor, de Itaperuna. A sociedade civil foi representada pelo intercA?mbio estreito com a SOS Mata AtlA?ntica e outras ONGs como o Grupo Ambientalista da Bahia (GAMBA?), que desenvolve planos municipais no Nordeste brasileiro, alAi??m de organizaAi??Ai??es civis de atuaAi??A?o local no noroeste fluminense, especialmente associaAi??Ai??es de produtores rurais e cooperativas.

Grupos locais

Esse diA?logo deu origem aos Grupos Locais da Mata AtlA?ntica (GLMAs), mobilizados pelas secretarias de cada um dos 14 municAi??pios. Com base em iniciativas anteriores, os organizadores promoveram a criaAi??A?o de nA?cleos em cada municAi??pio compostos por representantes de todas essas instituiAi??Ai??es, promovendo troca de informaAi??Ai??es, de conhecimentos e de experiA?ncias para a elaboraAi??A?o participativa dos planos. Sua composiAi??A?o foi orientada pelos critAi??rios da diversidade de setores do poder pA?blico municipal, representaAi??Ai??es de A?rgA?os estaduais presentes no municAi??pio, da sociedade civil local, e da constante presenAi??a dos conselheiros municipais de Meio Ambiente.

A estratAi??gia dos grupos locais foi importante, sobretudo, para garantir o controle social sobre os PMMAs, uma vez que as instA?ncias de participaAi??A?o e organizaAi??A?o da sociedade nestes municAi??pios Ai?? geralmente reduzida. Os participantes dos GLMAs sA?o, em grande parte, os autores destes planos.

Mapas falados

Os PMMAs do noroeste fluminense foram construAi??dos a partir da elaboraAi??A?o dos ai???mapas faladosai???: representaAi??Ai??es cartogrA?ficas do terreno que incorporam informaAi??Ai??es obtidas pelo relato dos atores sociais locais e outros dados reunidos em pesquisas complementares. Assim, o mapa falado Ai?? um retrato daquilo que estA? contido em documentos oficiais, mas tambAi??m agrega a percepAi??A?o de quem vive e trabalha no municAi??pio.

A construAi??A?o dos mapas falados priorizou a construAi??A?o dos cenA?rios locais a partir do envolvimento desses diferentes atores na espacializaAi??A?o de seus referenciais simbA?licos e culturais sobre o territA?rio e sobre os seus usos. Por meio de oficinas, foram reunidas as percepAi??Ai??es dos moradores, trabalhadores e gestores pA?blicos sobre a localidade e as dinA?micas dos movimentos ambientais.

A ideia desta metodologia foi buscar reunir mais do que as informaAi??Ai??es disponAi??veis nos documentos pA?blicos e na internet. Levou muito em conta a sabedoria de quem estA? no cotidiano das cidades e no campo como fundamental, garantindo a participaAi??A?o ativa de quem conhece e vive a Mata AtlA?ntica.

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